Dra. Luhara Perilo, Nutrologia
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Emagrecimento

Emagrecimento sustentável: além da balança

Por Dra. Luhara Perilo, Médica, CRM-GO 20680 · 12 de julho de 2026 · Leitura de 7 min

Mulher correndo em parque arborizado ao amanhecer

Dois corpos com o mesmo peso na balança podem ter saúdes completamente diferentes. O que determina o risco metabólico não é o número isolado, mas a proporção entre gordura, músculo e, principalmente, a gordura visceral, aquela que envolve os órgãos.

Por isso, no acompanhamento nutrológico, a balança é apenas um dos dados. Bioimpedância, circunferência abdominal, exames de sangue e sintomas como energia, sono e disposição contam a história completa.

O erro de emagrecer perdendo músculo

Dietas muito restritivas derrubam o peso rápido, mas uma parte importante dessa perda é de massa muscular. O resultado é um corpo mais leve, porém metabolicamente mais fraco: o terreno perfeito para o efeito sanfona.

Preservar músculo durante o emagrecimento exige proteína suficiente, treino de força e ritmo de perda adequado. Pode parecer mais lento, mas é o que sustenta o resultado a longo prazo.

Tratando as causas, não só os sintomas

Resistência à insulina, inflamação de baixo grau, alterações hormonais e até a qualidade do sono influenciam diretamente a capacidade de emagrecer. Quando essas raízes são tratadas, o corpo tende a responder melhor: mais energia, menos compulsão e maior chance de resultados duradouros.

Conteúdo educativo escrito por Dra. Luhara Perilo Reis Coutinho, Médica, CRM-GO 20680. Este material é informativo e não substitui uma consulta médica: procure avaliação individualizada.

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